Você sabia que...

"O ator usa a mentira para expressar a verdade. O político usa a mentira para esconder a verdade."







quinta-feira, 20 de maio de 2010

MEU GRANDE AMIGO

Bope, meu filhote


Normalmente comemora-se, no Brasil, no dia 20 de julho, o dia do amigo. Em alguns países, o dia do amigo é considerado uma data oficial - no Brasil não é -, e parece que esse dia foi criado na, acreditem!, Argentina. Mais precisamente em Buenos Aires, por um hermano chamado Enrique Ernesto Febbraro. O decreto lei nº 235/79 oficializa esse dia do amigo como uma data importante na Argentina. Tranquilo.

Em primeiro lugar, nosso melhor amigo(a) somos nós mesmos. Que isso fique bem claro como a luz do dia. De que adianta gostar de alguém se a gente não gosta de nós mesmos? Amizade é mais ou menos como um meio-irmão, meio-pai ou mãe, meio-tudo eu quero dizer. Um amigo só é amigo quando um doa e completa a outra parte que falta na amizade do outro. Mas os dois serão completos. Sempre serão a metade um do outro. O completo é outro departamento. É mais intenso. Tem mais liga. Está num nível acima da amizade. Vocês já devem saber a que estou me referindo, né? Enfim...

Rubem Alves uma vez escreveu: "Aprenda a gostar, mas gostar mesmo, das coisas que deve fazer e das pessoas que o cercam. Em pouco tempo descobrirá que a vida é muito boa e que você é uma pessoa querida por todos". 
A amizade é o princípio do gostar, do amar. Gostar de alguém é o prelúdio que cerca a boa harmonia do conviver e culmina com uma possível e gratificante companhia.
Eu particularmente gosto dos meus cachorros tanto quanto dos meus amigos. Às vezes até mais deles, cachorros. Quando digo isso, muitas vezes eu choco aquelas pessoas que infelizmente têm uma visão pequenina da vida. Uma visão definitivamente linear. Animais fazem parte da nossa vida, sempre fizeram. São seres vivos que pertencem a um sistema complexo que se chama UNIÃO. Os animais sempre tiveram e ainda têm uma grande importância na vida das pessoas. Eles nos alegram e nos divertem. Como bons amigos fiéis, eles são totalmente dependentes dos seus "donos". Se estamos felizes, eles estão felizes. Se estamos tristes, eles sempre nos recebem com felicidade, pois desconhecem a tristeza e a dor. Animais não têm maldade em sua cabecinha e nem arrogância em seu peito. São amigos pelo simples prazer de uma companhia às vezes negada, infelizmente, por muitas pessoas por aí. Mas eles não esquentam para isso não..., porque eles simplesmente amam incondicionalmente os seus "donos". Animais não são vingativos, pois não guardam mágoa de quem um dia os maltratou. Não diferenciam rico de pobre e nem bom de mau. Vivem para aqueles que sabem amá-los e temem aqueles que os maltratam, mas os animais não repudiam seus opressores. Eles abanam a cauda quando os veem. 

Ouvi sempre alguém dizer que animais são desprovidos de inteligência e que o ser humano é quem dita as regras por aqui. Puxa vida... roubar, matar, seviciar, violentar, enganar, invejar, denegrir e outras tantas coisas ruins que conheço e que fazem parte única e exclusivamente da natureza humana é uma forma de inteligência? Acho que a gente devia rever isso e tentar ser um pouco mais parecidos como os nossos queridos cachorros. 

Por isso, eu dedico esse texto aos meus "filhotes" de quatro patas. Meus grandes amigos e que fazem a mim e minha esposa muito felizes por saber que os temos por perto. E também, acima de tudo, saber que temos ao nosso lado seres vivos que jamais irão nos passar a perna quando virarmos de costas e formos dormir. 

Focinhos gelados e corações quentes. 

quarta-feira, 19 de maio de 2010

ANJOS DE MÁSCARAS

Já reparou como o ser humano é diferente um do outro? Essas diferenças é que fazem com que as pessoas ajam e se vistam de forma singular (ou extravagante). É isso que acho bacana no ser humano: a diversidade das pessoas.

Conheço algumas pessoas que são aparentemente bem transparentes. Quase dá para identificar por trás do seu olhar um pouquinho da sua vida pessoal. São pessoas que, quando você olha para elas, sente momentaneamente uma espécie de "paz". Elas têm uma harmonia de espírito, por isso exalam essa energia pura. 
Entretanto, existem outras pessoas que a simples presença nos traz desconforto. Causam uma espécie coceira irritante em nosso espírito. São do tipo de pessoas que carregam em suas costas problemas mal resolvidos de sua vida pessoal, e, como um ímã gigante, atraem mais e mais problemas para si reverberando em suas baixas energias. Aliás, esse tipo de pessoa não emite energia. Ela suga as energias das pessoas ao redor. Embora se esforcem para serem agradáveis, sua baixa energia repele os sentimentos positivos dos outros. Mas elas tentam mesmo assim, e isso é o que conta no fim.

Existem, porém, aquelas pessoas que usam uma camuflagem pessoal. São os "anjos de máscaras" que escondem - ou tentam esconder - sua verdadeira face. Não aparentam o que são na realidade. Vivem por trás de pseudo aparências montadas em máscaras que elas mesmo criaram. Essas pessoas podem até ser boas ou más por natureza. Sabe aquele amigo ou amiga sua que você adora, mas que as pessoas sempre dizem que a acham "antipático(a)" quando o(a) conhecem? Pois é, muitas vezes essa pessoa tem uma timidez tão grande, mas tão grande, que passa a impressão de ser uma pessoa antissocial. Ela usa sua máscara para camuflar sua timidez. Tem também o oposto: aquela pessoa que você acha sensacional, que te bajula o tempo todo, te chama de "meu amigo" ou "minha amiga", mas que no fundo é uma pessoa muito, mas muito invejosa. Algumas delas detectam por trás da sua máscara a sua verdadeira realidade. Sabem se você é uma pessoa vulnerável ou não. Se vale a pena investir em você para roubar-lhe o que tem de mais precioso: sua saúde. Muitas pessoas, como você, acabam sendo enganados por esse tipo de gente e você só descobre, bem mais à frente, que foi enganado por essa pessoa. Às vezes é tarde demais para consertar o estrago que foi feito.

A vida é feita de escolhas, por isso mesmo ela é deliciosamente perigosa. Para se escolher o que é certo e o que é errado na vida, a gente tem que se machucar mesmo, aprender com nossos próprios erros e acertos. Tem que se conhecer a sombra das pessoas e aprender a confrontar seus egos. E a gente só conhece convivendo. 
Todos somos diferentes e ao mesmo tempo parecidos. Temos muitas vezes os mesmos desejos e sonhos. Vivemos vidas semelhantes e pensamentos afins. Divergências também fazem parte do nosso cotidiano.
 
Mas, lembre-se: reserve sempre uma atenção especial para os "anjos de máscaras".





sexta-feira, 14 de maio de 2010

O QUE ME ABORRECE

Quer coisa mais chata no mundo do que acordar cedo? Isso sim me irrita.
Pois é, eu simplesmente odeio ter que levantar cedo da cama para fazer algo. Mas isso não significa que eu seja do tipo que faz "corpo mole" ou coisa parecida. Eu posso até demorar a sair da cama, mas quando me levanto, começo a fazer tudo aquilo que me proponho a fazer. Sou assim.

Muitas coisas nos irritam, mas uma delas, e que considero a mais chata dentre as chatas pela qual sou obrigado a passar, é o famigerado "horário político". Cara, a gente liga a tv na expectativa de curtir um programa bem legal e dá de cara com aquela "propaganda política obrigatória". E quanto mais próximo das eleições, maior é o assédio na telinha. Eu, particularmente, já estou cansado de ouvir os mesmos blás blás blás de sempre, com as mesmas caras de sempre, seus sorrisos falsos estampados em suas caras de pau, prometendo as mesmas coisas de sempre. 
Se horário político fosse bom não seria obrigatório, vamos combinar.

Outra coisa que me tira do sério é quando a gente está conversando e um sujeito começa a falar com os dedos. É mais ou menos assim: a pessoa conta uma coisa, cutuca você com o dedo. Conta outra coisa, cutuca de novo. Caraca! Dá a maior vontade de quebrar aquele dedinho que fica cutucando o braço da gente. Fala sério, não dá? 
Irritante!!
Outro dia desses me lembrei de uma coisa que me irrita profundamente. Quando eu era adolescente, tinha um parente que adorava contar uma piada. A pessoa começava a contar a piada, mas ria dela antes de terminá-la. Depois simplesmente não conseguia completar a piada, porque começava a rir de novo e aí perdia a respiração. Ficava meio que "pipocando" enquanto falava. Eu e as pessoas que faziam parte do grupo ficávamos olhando um para o outro com ar de "que merda é essa?". A piada perdia totalmente a graça no final das contas. E isso também irrita pra caramba!
Coisa irritante também é quando a gente se depara com um(a) amigo(a) que acha que sabe mais do que todo mundo sobre todos os assuntos. Cara chato! Ou aquele sujeito que acredita piamente que sua religião é a melhor do que todas as outras que existem. O "dono da verdade absoluta". Isso... é... bem... chato! Sujeito fica falando, falando, falando sem parar e não diz nada de concreto. Sem nenhum conteúdo. Ou piora tudo quando você faz um simples comentário discordando do assunto em questão... Hummmm, putz! Ferrou! Lá vem mais ladainha. 
Gente lerda; horário do brasil na rádio; fila para qualquer coisa; gente querendo levar vantagem; pessoas arrogantes; pessoas vitimistas; o sabichão; choro de criança fazendo pirraça; adulto fazendo "bilú bilú" com aquela voz afetada quando vê um bebê; gente chupando o dente depois de comer; maus tratos aos animais; fofocas; celular tocando em cinema ou no teatro; "posso dar uma palavrinha?"; ignorância; funk (música); "já chegou? já chegou?" e um milhão de coisas mais que me aborrecem e com certeza aborrecem as pessoas de bom senso também. 
Ufa!
Olha, vou te contar... que texto FDP esse, hein? Me irritou!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

PSICOPATA, O INIMIGO PÚBLICO

Eu curto cinema. Adoro assistir a filmes de romance, ação e outros tantos filmes que abordam temas fortes e inteligentes. E foi um desses filmes que me chamou a atenção: Garota Irresistível, de George Hickenlooper. Um filme bem antigo e que pode ser facilmente encontrado nas locadoras ou baixados pela internet.
Bom, mas vamos ao filme. 
 


Garota Irresistível é um filme é baseado em uma história real, em que uma garota da alta sociedade americana, Edie Sedwick (Sienna Millar), conhece um diretor decadente e termina se envolvendo com ele, Andy Wahrol (Guy Pearce). Ela passa a frequentar as festas e baladas juntamente com Andy. Andy por fim a convida para estrelar alguns filmes que ele próprio irá dirigir. Ela aceita. Assim então, os dois tornam-se grandes amigos e confidentes. Edie topa encenar os filmes para Andy sem receber nenhuma ajuda financeira por isso. Nem precisa, afinal ela acredita na amizade pura e intensa entre os dois. 
O tempo passa, as festas cada vez mais e mais ocorrem na vida de Edie e Andy, até que, por fim, o inevitável acontece. Edie se envolve com as drogas, apresentadas a ela por Andy, claro. Então começa o declínio da sua vida. Nesse momento da trama surge um terceiro personagem, um cantor bem-sucedido que acaba se apaixonando por Edie.Os dois têm um envolvimento amoroso. 

Sentindo-se rejeitado, Andy inicia um plano para desmoralizar Edie, com o intuito de descartá-la depois. Só que Edie não consegue enxergar isso, pois ela só vê o lado bom no relacionamento que tem com Andy. 

Já no fim do filme, o então namorado de Edie é convidado por Andy para um teste para um filme seu. O clima fica tenso quando o cantor e namorado de Edie chega ao estúdio para fazer o teste com Andy. Ele desdenha de Andy e deixa o estúdio acompanhado de Edie, que irritada o repreende pelo ocorrido. Vendo-se numa sinuca de bico, onde tem que optar pelo namorado ou pelo amigo, Edie escolhe Andy, terminando assim o relacionamento com o namorado. 


O filme segue até que, por fim, mesmo sabendo que Edie o havia escolhido, Andy a abandona deixando-a a mercê das pessoas que a levaram as drogas e que a sustentam no vício usando e abusando dela. Nem a família de Edie quer acolhê-la, apesar das várias súplicas que ela faz. Andy finalmente consegue o que queria.  

O filme termina com a morte trágica de Edie Sedwick, aos vinte e poucos anos de idade, por uma overdose letal. A jovem Edie morre logo após ter se casado com um paciente de uma clínica de reabilitação, local onde ela permaneceu por dois anos internada. 

Essa história baseada em fatos reais é muito comum na vida das pessoas que se envolvem com psicopatas. Aquelas amizades que consideramos puras e que aconteceram rápidas demais, onde sempre enxergamos as qualidades das pessoas que conhecemos e gostamos, muitas vezes pode ser o prelúdio de uma trama arquitetada por um psicopata.

Devemos saber, e lembrar sempre, de que um psicopata não tem sentimentos, não tem moral e nem se importa com os sentimentos das pessoas. Ele, e somente ele, é o centro do seu universo. Um psicopata não guarda raiva e nem amor por você, simplesmente porque ele não tem emoções. Muito pelo contrário, por não ter emoções, um psicopata, inconscientemente vampiriza as emoções das pessoas, brincando e jogando com suas vitimas. Jamais duvide disso.


Os psiquiatras afirmam: psicopatia não tem cura, portanto, seja cauteloso e cultive suas amizades sem se tornar escravo delas. Você pode ser vítima de um desses elementos sem se dar conta disso. Não que eu esteja aqui dizendo que as pessoas devam ser distantes das outras, não, jamais! Estou dizendo que devemos procurar um meio-termo para nossa carência emocional. Seja solícito, mas nem tanto...


Para um maior esclarecimento sobre isso tudo, sugiro a leitura do livro: "Mentes Perigosas, o psicopata mora ao lado", da escritora e médica psiquiatra Dra Ana Beatriz B. da Silva, pela editora Fontanar. Uma boa dica para quem não sabe lidar com seus próprios sentimentos e acaba sempre machucado ao fim da história.

domingo, 9 de maio de 2010

QUAL A SUA MÚSICA?







Dica: Fica legal ouvir a música enquanto você lê o texto.



Todos nós temos uma música que consideramos "aquela música favorita". Viajamos na imaginação quando paramos e ficamos ouvindo sua melodia. Muitas pessoas até podem considerá-la "chatinha" ou mesmo "lenta" demais... Mas isso não importa, porque ela é a nossa música!


Cada um conta sua história através da música, e olha que isso não é coisa do mundo atual. Civilizações antigas já utilizavam a música como base nos rituais que faziam para seus deuses ou espíritos antigos. Nossos índios usam a música e a dança em seus rituais de cura, ou até mesmo para a prosperidade. Aliás, não existe dança se não houver uma música. São pares entre si que se completam.


A música, seja ela suave ou empolgante, sempre nos passa alguma mensagem positiva. Ela levanta o nosso moral.


A midia que postei acima, e que me foi enviado por uma grande amiga, demonstra com suavidade as experiências e sensações por que passamos. A melodia traduz uma saudade que ainda martela no peito de cada um, mesmo sabendo que o tempo, como se fosse uma grande vassoura, sempre irá varrer o passado das nossas vidas. Ah..., a música!


Música tem um efeito medicinal. Música reacende o amor. Música traz de volta as lembranças que muitas vezes pareciam ter sido perdidas nos jardins do nosso passado, escondidas por trás de algum arbusto ou árvore lenhosa. Música quase sempre nos faz rir. Em algumas oportunidades também nos faz chorar. Nos remete algumas vezes aquela cena daquele filme que a gente viu no passado mas não se lembra o nome... Mas nos lembramos muito bem a melodia!





Mas afinal, qual é a sua história? Qual a sua música?



sábado, 8 de maio de 2010

A ARTE DE VIVER A DOIS



















Quando conhecemos uma pessoa nos apaixonamos por ela, e, por fim, como dizemos algumas vezes, "juntamos os nossos trapos". Inicia-se então um processo chamado  convivência. Conviver a dois é complicado. Bem complicado mesmo, pois abrange a tolerância das manias de um e das cismas do outro. Cada um tem seu jeito particular de ser.

 Para um bom convívio, temos que se aprender a ceder um pouco. Acatar certas decisões que a gente na maioria das vezes discorda ou ignora. Mas afinal quem é perfeito, né? Corrigir também faz parte da arte da convivência. Observar, intuir, aconselhar... tudo isso engloba a boa convivência entre duas pessoas que se amam.


Mas tem um fator importante nisso tudo que é a base sólida para um bom relacionamento a dois: o respeito. Respeitar o espaço do outro é, e sempre será, o alicerce de uma convivência pacífica entre duas pessoas. Vejo muitos casais em crise, onde geralmente a decisão de um pesa em detrimento a do outro. Por exemplo, de forma inconsciente, e talvez até movido pela própria criação familiar, e nesse caso especificamente me refiro aos homens, há uma certa necessidade de "controle" da situação no relacionamento a dois. O homem como o "centro o poder" sente uma necessidade visceral de controlar o relacionamento. Normalmente ele não aceita críticas e na maioria das vezes se irrita quando sua companheira faz alguma sugestão que ele não concorde ou que vá contra suas necessidades. Isso, na maioria das vezes, leva a um caminho inverso do casamento (da união) e termina com a separação e aquele inevitável ódio entre as partes. "Meu bem, meus 'bens'". Cicatrizes aparecem no relacionamento. 



Há um pensamento que diz: "O ódio e o amor vibram na mesma intensidade". O amor que se tem por uma pessoa, pode, muitas vezes, repercutir num ódio de mesma proporção quando acontece a inevitável decepção. 
A decepção é um sentimento que faz parte da natureza humana. Assim como a alegria também. 



A arte de viver a dois é, acima de tudo, uma complexa engrenagem de sentimentos, tendo como combustível o respeito. Sem o respeito, a máquina não funcionará. Isso é fato. Mas se por  acaso essa máquina venha a funcionar, ela jamais levará o relacionamento muito longe assim. Ao longo do percurso, essa união sempre deixará um rastro de peças enferrujadas e sujas pelo caminho o qual percorreu, até por fim quebrar. Ao fim de tudo, restará apenas um sabor amargo que consumirá num fogo de ódio e decepção. Fogo deixa marcas muitas vezes indeléveis em nossos sentimentos; formará chagas que o tempo nem sempre se encarrega de curar.



Exija respeito e o dê também antes de embarcar numa vida a dois. Assim, você proverá sua vida com um relacionamento sadio e duradouro. Não deixará tanta sujeira no caminho por qual transitou a dois.
Hugo Costa

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PUSILÂNIME

Uma vez me deparei com a palavra "pusilânime", então pensei comigo: "Que palavra é essa?" Pusilânime, segundo o "pai dos burros", significa pessoa fraca, covarde, temerosa, desanimada ou que tem pouca energia. Em resumo: um pobre coitado...



As pessoas são providas de fragmentos de sentimentos soltos. De pensamentos e atitudes, que juntos formam uma espécie de mosaico pessoal. Esse mosaico por sua vez representa a personalidade de cada um. A personalidade exterioriza o nosso caráter pessoal. Ou seja, como nós somos. 

Os pusilânimes têm uma personalidade submissa, não têm atitude e quase sempre nem se preocupam com o que acontece à sua volta. Geralmente são vitimistas, gostam de se apegar como parasitas às pessoas de forte caráter e decididas. Tentam delas tirar algo que eles mesmos não têm. Um alimento vital que nutra sua pequenice.
Algumas pessoas os associam aos "vampiros", pois o que um pusilânime sabe fazer de melhor é "vampirizar" as pessoas. Um vampiro todo mundo já sabe, é um sugador de energia (sangue). Portanto, todos nós um dia podemos ser vítimas desses seres obtusos e pragmáticos. Tenha cuidado com eles. 


Dois exemplos típicos de pusilânimes clássicos, no meu entender, são o político e o líder espiritual. Os dois usam as fraquezas das pessoas para dominá-las; fazem promessas o tempo todo que sabem não irão cumprir; descobrem ardilosamente onde está o desejo mais reprimido da pessoa e ali se instalam como verdadeiros parasitas que são, sempre levando uma palavra e confortante amiga para sugarem delas aquilo que irá nutrir seus egos. São profissionais nessa arte, não duvidem disso. 


Por curiosidade, eu coloquei o nome "PUSILÂNIME" no Google e busquei em imagens. Adivinha o que apareceu salpicando a tela com vários ícones? Imagens de políticos e religiosos! Vá em frente, faça a mesma pesquisa. Você vai se surpreender.
É.., creio que não foi somente eu quem teve essa impressão.


Hugo Costa