Você sabia que...

"O ator usa a mentira para expressar a verdade. O político usa a mentira para esconder a verdade."







terça-feira, 10 de abril de 2012

RENASCER




















A única certeza da vida é a finitude. Todos nós, de alguma forma, e em algum dia da nossa vida, iremos morrer. E isso assusta, por mais certo que estejamos disso. Mas, e depois? Como é que fica?
Não fica...
Já tive uma experiência de quase morte, palavra também conhecida como E.Q.M. (experiência de quase norte), e posso garantir que não é nada agradável.
Mas morrer não é o tema que eu quero abordar aqui. O que quero é o que vem depois dele: o renascimento.
O que é renascer? Alguns dizem que é uma nova vida que ressurge após o término de uma vida anterior. Simples assim. Outros, porém, gostam de filosofar afirmando que o renascimento é a certeza de uma nova esperança, de novos tempos e de novas experiências pelas quais todos nós iremos repetir nessa nossa nova vida.
Sabe o que eu penso?
Eu penso que renascer é uma nova oportunidade que a gente tem para poder recomeçar do ponto de onde nós paramos. Uma espécie de boot do nosso espírito. Não é necessariamente como um "carma", como alguns acreditam existir. Eu não acredito em "carmas". Não posso aceitar simplesmente que temos um preço a se pagar no presente por algo que supostamente no passado nós cometemos de errado. Acho isso, no mínimo, injusto! Ter que pagar no presente por algo que a gente nem mesmo sabe se cometeu numa outra vida que ficou lá atrás... Sério?
Creio que renascer é ser gratificado com o maior de todos os presentes: a VIDA. É mais ou menos como colocar um par de óculos novo para poder enxergar melhor os nossos erros passados (dentro dessa mesma vida), para não os cometermos novamente no presente sem ter que pagar um preço salgado por eles. 
Uma nova oportunidade? Sim, uma nova chance.
Renascer é deixar para trás algumas arestas que foram mal podadas. É olhar para nosso próprio reflexo no espelho sorrindo por estar ali olhando de volta para nós mesmos. Olha eu ali.
Pois é... eu renasci de verdade. Tive novamente aquela rara oportunidade que poucas pessoas têm para consertar (ainda mais) aquilo que eu fiz errado, e, quem sabe, dessa vez acertar nas minhas escolhas e decisões. Rever os conceitos. Tomar mais atitudes, talvez (ou menos atitudes em alguns casos). Renovar as amizades e fortalecer as que sobreviveram - ou as que realmente mereçam minha preocupação - como eu sobrevivi. Isso, obviamente, sem medo de errar de novo.
Se eu errar? Bom, ao menos eu voltei para tentar de novo.
Vai saber?




domingo, 23 de maio de 2010

O CIDADÃO INVISÍVEL

A vida é cheia de surpresas. Tudo parece estar indo bem, quando de repente tudo desanda e as coisas pioram. A gente então se aborrece, entra muitas vezes em depressão e chora. Mas, na maioria das vezes, nós acabamos superando as adversidades no final de tudo.
Outras vezes acontece o oposto. Tudo parece não estar dando certo, mas alguma coisa acontece no caminho, e... Pum! No fim tudo acaba se ajeitando. 
Assim é a vida, cheia de altos e baixos. 
Viver, para muitos, é uma forma de sobreviver. Viver, para alguns sortudos, é uma verdadeira bênção. A vida não escolhe quem vai seguir assim ou assado. A vida é feita de possibilidades. A sorte muitas vezes faz parte do cotidiano sem que a pessoa se dê conta disso. 
Mas o que é 'sorte' afinal?
Acaso do destino. Benevolência. Inverso do azar... A sorte tem muitos adjetivos, mas uma única explicação: sucesso!
Pessoas de sucesso têm uma dose de sorte na vida para conseguirem chegar lá. Até conseguem chegar sim, por méritos próprios, ao sucesso. São de fato merecedores dele. E o interessante é que essas pessoas de sucesso jamais admitem que tiveram um pouco de sorte em sua conquista. E o que uma boa dosagem de sorte não faz para que se obtenhamos rapidamente o tento final? 

Costumam dizer por aí que os famosos têm os holofotes voltados para si, e que as pessoas simples (a esmagadora maioria dos mortais) são mero reflexos de uma vida comum, sem fama ou reconhecimento público. Essa últimas, as pessoas comuns, muitas vezes se confundem com o ambiente em que vivem. Passam por uma espécie de "metamorfose" onde os olhares não conseguem enxergá-los.

O que dizer então daquelas pessoas que infelizmente estão um degrau abaixo das pessoas comuns? Aquelas que você passa e não vê, porque estão muitas vezes sob seus pés, buscando uma forma de sobreviver ao caos urbano? São essas pessoas invisíveis que deveriam servir de exemplo para aqueles "imortais" que muitas vezes se esquecem que são tão humanos quanto eles, os invisíveis e os de menos expressão. Deveriam também servir de exemplo para as pessoas simples, que só conseguem olhar para cima, para seus ídolos, e se esquecem de olhar para baixo, para aqueles que estão sempre esmagados pela indiferença da sociedade. Mas a culpa não é pura e simplesmente da sociedade. A culpa vem lá de cima, dos Três Poderes, que ditam e executam regras e normas para o cidadão, mas se esquece sempre do "cidadão invisível". 

As pessoas invisíveis só passam a existir, ter importância real, para essas pessoas políticas quando chegam as eleições. Apesar de invisíveis, eles têm um ponto em comum com todas as esferas da sociedade: eles têm um título de eleitor. 

quinta-feira, 20 de maio de 2010

MEU GRANDE AMIGO

Bope, meu filhote


Normalmente comemora-se, no Brasil, no dia 20 de julho, o dia do amigo. Em alguns países, o dia do amigo é considerado uma data oficial - no Brasil não é -, e parece que esse dia foi criado na, acreditem!, Argentina. Mais precisamente em Buenos Aires, por um hermano chamado Enrique Ernesto Febbraro. O decreto lei nº 235/79 oficializa esse dia do amigo como uma data importante na Argentina. Tranquilo.

Em primeiro lugar, nosso melhor amigo(a) somos nós mesmos. Que isso fique bem claro como a luz do dia. De que adianta gostar de alguém se a gente não gosta de nós mesmos? Amizade é mais ou menos como um meio-irmão, meio-pai ou mãe, meio-tudo eu quero dizer. Um amigo só é amigo quando um doa e completa a outra parte que falta na amizade do outro. Mas os dois serão completos. Sempre serão a metade um do outro. O completo é outro departamento. É mais intenso. Tem mais liga. Está num nível acima da amizade. Vocês já devem saber a que estou me referindo, né? Enfim...

Rubem Alves uma vez escreveu: "Aprenda a gostar, mas gostar mesmo, das coisas que deve fazer e das pessoas que o cercam. Em pouco tempo descobrirá que a vida é muito boa e que você é uma pessoa querida por todos". 
A amizade é o princípio do gostar, do amar. Gostar de alguém é o prelúdio que cerca a boa harmonia do conviver e culmina com uma possível e gratificante companhia.
Eu particularmente gosto dos meus cachorros tanto quanto dos meus amigos. Às vezes até mais deles, cachorros. Quando digo isso, muitas vezes eu choco aquelas pessoas que infelizmente têm uma visão pequenina da vida. Uma visão definitivamente linear. Animais fazem parte da nossa vida, sempre fizeram. São seres vivos que pertencem a um sistema complexo que se chama UNIÃO. Os animais sempre tiveram e ainda têm uma grande importância na vida das pessoas. Eles nos alegram e nos divertem. Como bons amigos fiéis, eles são totalmente dependentes dos seus "donos". Se estamos felizes, eles estão felizes. Se estamos tristes, eles sempre nos recebem com felicidade, pois desconhecem a tristeza e a dor. Animais não têm maldade em sua cabecinha e nem arrogância em seu peito. São amigos pelo simples prazer de uma companhia às vezes negada, infelizmente, por muitas pessoas por aí. Mas eles não esquentam para isso não..., porque eles simplesmente amam incondicionalmente os seus "donos". Animais não são vingativos, pois não guardam mágoa de quem um dia os maltratou. Não diferenciam rico de pobre e nem bom de mau. Vivem para aqueles que sabem amá-los e temem aqueles que os maltratam, mas os animais não repudiam seus opressores. Eles abanam a cauda quando os veem. 

Ouvi sempre alguém dizer que animais são desprovidos de inteligência e que o ser humano é quem dita as regras por aqui. Puxa vida... roubar, matar, seviciar, violentar, enganar, invejar, denegrir e outras tantas coisas ruins que conheço e que fazem parte única e exclusivamente da natureza humana é uma forma de inteligência? Acho que a gente devia rever isso e tentar ser um pouco mais parecidos como os nossos queridos cachorros. 

Por isso, eu dedico esse texto aos meus "filhotes" de quatro patas. Meus grandes amigos e que fazem a mim e minha esposa muito felizes por saber que os temos por perto. E também, acima de tudo, saber que temos ao nosso lado seres vivos que jamais irão nos passar a perna quando virarmos de costas e formos dormir. 

Focinhos gelados e corações quentes. 

quarta-feira, 19 de maio de 2010

ANJOS DE MÁSCARAS

Já reparou como o ser humano é diferente um do outro? Essas diferenças é que fazem com que as pessoas ajam e se vistam de forma singular (ou extravagante). É isso que acho bacana no ser humano: a diversidade das pessoas.

Conheço algumas pessoas que são aparentemente bem transparentes. Quase dá para identificar por trás do seu olhar um pouquinho da sua vida pessoal. São pessoas que, quando você olha para elas, sente momentaneamente uma espécie de "paz". Elas têm uma harmonia de espírito, por isso exalam essa energia pura. 
Entretanto, existem outras pessoas que a simples presença nos traz desconforto. Causam uma espécie coceira irritante em nosso espírito. São do tipo de pessoas que carregam em suas costas problemas mal resolvidos de sua vida pessoal, e, como um ímã gigante, atraem mais e mais problemas para si reverberando em suas baixas energias. Aliás, esse tipo de pessoa não emite energia. Ela suga as energias das pessoas ao redor. Embora se esforcem para serem agradáveis, sua baixa energia repele os sentimentos positivos dos outros. Mas elas tentam mesmo assim, e isso é o que conta no fim.

Existem, porém, aquelas pessoas que usam uma camuflagem pessoal. São os "anjos de máscaras" que escondem - ou tentam esconder - sua verdadeira face. Não aparentam o que são na realidade. Vivem por trás de pseudo aparências montadas em máscaras que elas mesmo criaram. Essas pessoas podem até ser boas ou más por natureza. Sabe aquele amigo ou amiga sua que você adora, mas que as pessoas sempre dizem que a acham "antipático(a)" quando o(a) conhecem? Pois é, muitas vezes essa pessoa tem uma timidez tão grande, mas tão grande, que passa a impressão de ser uma pessoa antissocial. Ela usa sua máscara para camuflar sua timidez. Tem também o oposto: aquela pessoa que você acha sensacional, que te bajula o tempo todo, te chama de "meu amigo" ou "minha amiga", mas que no fundo é uma pessoa muito, mas muito invejosa. Algumas delas detectam por trás da sua máscara a sua verdadeira realidade. Sabem se você é uma pessoa vulnerável ou não. Se vale a pena investir em você para roubar-lhe o que tem de mais precioso: sua saúde. Muitas pessoas, como você, acabam sendo enganados por esse tipo de gente e você só descobre, bem mais à frente, que foi enganado por essa pessoa. Às vezes é tarde demais para consertar o estrago que foi feito.

A vida é feita de escolhas, por isso mesmo ela é deliciosamente perigosa. Para se escolher o que é certo e o que é errado na vida, a gente tem que se machucar mesmo, aprender com nossos próprios erros e acertos. Tem que se conhecer a sombra das pessoas e aprender a confrontar seus egos. E a gente só conhece convivendo. 
Todos somos diferentes e ao mesmo tempo parecidos. Temos muitas vezes os mesmos desejos e sonhos. Vivemos vidas semelhantes e pensamentos afins. Divergências também fazem parte do nosso cotidiano.
 
Mas, lembre-se: reserve sempre uma atenção especial para os "anjos de máscaras".





sexta-feira, 14 de maio de 2010

O QUE ME ABORRECE

Quer coisa mais chata no mundo do que acordar cedo? Isso sim me irrita.
Pois é, eu simplesmente odeio ter que levantar cedo da cama para fazer algo. Mas isso não significa que eu seja do tipo que faz "corpo mole" ou coisa parecida. Eu posso até demorar a sair da cama, mas quando me levanto, começo a fazer tudo aquilo que me proponho a fazer. Sou assim.

Muitas coisas nos irritam, mas uma delas, e que considero a mais chata dentre as chatas pela qual sou obrigado a passar, é o famigerado "horário político". Cara, a gente liga a tv na expectativa de curtir um programa bem legal e dá de cara com aquela "propaganda política obrigatória". E quanto mais próximo das eleições, maior é o assédio na telinha. Eu, particularmente, já estou cansado de ouvir os mesmos blás blás blás de sempre, com as mesmas caras de sempre, seus sorrisos falsos estampados em suas caras de pau, prometendo as mesmas coisas de sempre. 
Se horário político fosse bom não seria obrigatório, vamos combinar.

Outra coisa que me tira do sério é quando a gente está conversando e um sujeito começa a falar com os dedos. É mais ou menos assim: a pessoa conta uma coisa, cutuca você com o dedo. Conta outra coisa, cutuca de novo. Caraca! Dá a maior vontade de quebrar aquele dedinho que fica cutucando o braço da gente. Fala sério, não dá? 
Irritante!!
Outro dia desses me lembrei de uma coisa que me irrita profundamente. Quando eu era adolescente, tinha um parente que adorava contar uma piada. A pessoa começava a contar a piada, mas ria dela antes de terminá-la. Depois simplesmente não conseguia completar a piada, porque começava a rir de novo e aí perdia a respiração. Ficava meio que "pipocando" enquanto falava. Eu e as pessoas que faziam parte do grupo ficávamos olhando um para o outro com ar de "que merda é essa?". A piada perdia totalmente a graça no final das contas. E isso também irrita pra caramba!
Coisa irritante também é quando a gente se depara com um(a) amigo(a) que acha que sabe mais do que todo mundo sobre todos os assuntos. Cara chato! Ou aquele sujeito que acredita piamente que sua religião é a melhor do que todas as outras que existem. O "dono da verdade absoluta". Isso... é... bem... chato! Sujeito fica falando, falando, falando sem parar e não diz nada de concreto. Sem nenhum conteúdo. Ou piora tudo quando você faz um simples comentário discordando do assunto em questão... Hummmm, putz! Ferrou! Lá vem mais ladainha. 
Gente lerda; horário do brasil na rádio; fila para qualquer coisa; gente querendo levar vantagem; pessoas arrogantes; pessoas vitimistas; o sabichão; choro de criança fazendo pirraça; adulto fazendo "bilú bilú" com aquela voz afetada quando vê um bebê; gente chupando o dente depois de comer; maus tratos aos animais; fofocas; celular tocando em cinema ou no teatro; "posso dar uma palavrinha?"; ignorância; funk (música); "já chegou? já chegou?" e um milhão de coisas mais que me aborrecem e com certeza aborrecem as pessoas de bom senso também. 
Ufa!
Olha, vou te contar... que texto FDP esse, hein? Me irritou!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

PSICOPATA, O INIMIGO PÚBLICO

Eu curto cinema. Adoro assistir a filmes de romance, ação e outros tantos filmes que abordam temas fortes e inteligentes. E foi um desses filmes que me chamou a atenção: Garota Irresistível, de George Hickenlooper. Um filme bem antigo e que pode ser facilmente encontrado nas locadoras ou baixados pela internet.
Bom, mas vamos ao filme. 
 


Garota Irresistível é um filme é baseado em uma história real, em que uma garota da alta sociedade americana, Edie Sedwick (Sienna Millar), conhece um diretor decadente e termina se envolvendo com ele, Andy Wahrol (Guy Pearce). Ela passa a frequentar as festas e baladas juntamente com Andy. Andy por fim a convida para estrelar alguns filmes que ele próprio irá dirigir. Ela aceita. Assim então, os dois tornam-se grandes amigos e confidentes. Edie topa encenar os filmes para Andy sem receber nenhuma ajuda financeira por isso. Nem precisa, afinal ela acredita na amizade pura e intensa entre os dois. 
O tempo passa, as festas cada vez mais e mais ocorrem na vida de Edie e Andy, até que, por fim, o inevitável acontece. Edie se envolve com as drogas, apresentadas a ela por Andy, claro. Então começa o declínio da sua vida. Nesse momento da trama surge um terceiro personagem, um cantor bem-sucedido que acaba se apaixonando por Edie.Os dois têm um envolvimento amoroso. 

Sentindo-se rejeitado, Andy inicia um plano para desmoralizar Edie, com o intuito de descartá-la depois. Só que Edie não consegue enxergar isso, pois ela só vê o lado bom no relacionamento que tem com Andy. 

Já no fim do filme, o então namorado de Edie é convidado por Andy para um teste para um filme seu. O clima fica tenso quando o cantor e namorado de Edie chega ao estúdio para fazer o teste com Andy. Ele desdenha de Andy e deixa o estúdio acompanhado de Edie, que irritada o repreende pelo ocorrido. Vendo-se numa sinuca de bico, onde tem que optar pelo namorado ou pelo amigo, Edie escolhe Andy, terminando assim o relacionamento com o namorado. 


O filme segue até que, por fim, mesmo sabendo que Edie o havia escolhido, Andy a abandona deixando-a a mercê das pessoas que a levaram as drogas e que a sustentam no vício usando e abusando dela. Nem a família de Edie quer acolhê-la, apesar das várias súplicas que ela faz. Andy finalmente consegue o que queria.  

O filme termina com a morte trágica de Edie Sedwick, aos vinte e poucos anos de idade, por uma overdose letal. A jovem Edie morre logo após ter se casado com um paciente de uma clínica de reabilitação, local onde ela permaneceu por dois anos internada. 

Essa história baseada em fatos reais é muito comum na vida das pessoas que se envolvem com psicopatas. Aquelas amizades que consideramos puras e que aconteceram rápidas demais, onde sempre enxergamos as qualidades das pessoas que conhecemos e gostamos, muitas vezes pode ser o prelúdio de uma trama arquitetada por um psicopata.

Devemos saber, e lembrar sempre, de que um psicopata não tem sentimentos, não tem moral e nem se importa com os sentimentos das pessoas. Ele, e somente ele, é o centro do seu universo. Um psicopata não guarda raiva e nem amor por você, simplesmente porque ele não tem emoções. Muito pelo contrário, por não ter emoções, um psicopata, inconscientemente vampiriza as emoções das pessoas, brincando e jogando com suas vitimas. Jamais duvide disso.


Os psiquiatras afirmam: psicopatia não tem cura, portanto, seja cauteloso e cultive suas amizades sem se tornar escravo delas. Você pode ser vítima de um desses elementos sem se dar conta disso. Não que eu esteja aqui dizendo que as pessoas devam ser distantes das outras, não, jamais! Estou dizendo que devemos procurar um meio-termo para nossa carência emocional. Seja solícito, mas nem tanto...


Para um maior esclarecimento sobre isso tudo, sugiro a leitura do livro: "Mentes Perigosas, o psicopata mora ao lado", da escritora e médica psiquiatra Dra Ana Beatriz B. da Silva, pela editora Fontanar. Uma boa dica para quem não sabe lidar com seus próprios sentimentos e acaba sempre machucado ao fim da história.

domingo, 9 de maio de 2010

QUAL A SUA MÚSICA?







Dica: Fica legal ouvir a música enquanto você lê o texto.



Todos nós temos uma música que consideramos "aquela música favorita". Viajamos na imaginação quando paramos e ficamos ouvindo sua melodia. Muitas pessoas até podem considerá-la "chatinha" ou mesmo "lenta" demais... Mas isso não importa, porque ela é a nossa música!


Cada um conta sua história através da música, e olha que isso não é coisa do mundo atual. Civilizações antigas já utilizavam a música como base nos rituais que faziam para seus deuses ou espíritos antigos. Nossos índios usam a música e a dança em seus rituais de cura, ou até mesmo para a prosperidade. Aliás, não existe dança se não houver uma música. São pares entre si que se completam.


A música, seja ela suave ou empolgante, sempre nos passa alguma mensagem positiva. Ela levanta o nosso moral.


A midia que postei acima, e que me foi enviado por uma grande amiga, demonstra com suavidade as experiências e sensações por que passamos. A melodia traduz uma saudade que ainda martela no peito de cada um, mesmo sabendo que o tempo, como se fosse uma grande vassoura, sempre irá varrer o passado das nossas vidas. Ah..., a música!


Música tem um efeito medicinal. Música reacende o amor. Música traz de volta as lembranças que muitas vezes pareciam ter sido perdidas nos jardins do nosso passado, escondidas por trás de algum arbusto ou árvore lenhosa. Música quase sempre nos faz rir. Em algumas oportunidades também nos faz chorar. Nos remete algumas vezes aquela cena daquele filme que a gente viu no passado mas não se lembra o nome... Mas nos lembramos muito bem a melodia!





Mas afinal, qual é a sua história? Qual a sua música?